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Assis realiza III Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional

Terça-feira, 18 de junho de 2019

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O Município de Assis Chateaubriand realizou, na manhã da última sexta-feira (14), a III Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional que teve por objetivo geral “ampliar e fortalecer os compromissos políticos para a promoção da soberania alimentar, garantindo a todos o Direito Humano a Alimentação Adequada, assegurando a participação social e a gestão intersetorial”, enfatizou a secretária de Educação, Fátima Sobral.

 

O prefeito, João Aparecido Pegoraro, acompanhado do presidente da Câmara de Vereadores, Odilo Denig, esteve no evento que contou com a participação de representantes da sociedade civil e governamentais, que elencaram várias propostas. Antes, foi proferida uma palestra com Valmira Antunes Dias, economista doméstica da Emater/Jesuítas.

 

Com o tema “Comida de Verdade no Campo e na Cidade: O que temos e o que queremos?”, a conferência teve três eixos em discussão, sendo: I) Alimentação como Princípio de Existir; II) Desafios e Possibilidades na Construção da Política Pública; e III) A Geografia da Fome e o Desperdício de Alimentos.

 

Na oportunidade, foram definidos os delegados que representarão Assis Chateaubriand na V Conferência Estadual e elencadas as propostas que serão levadas para o dia 16 de julho, em Cascavel, sendo elas:

 

- Que sejam vistoriados pela Vigilância Sanitária todos os produtos vindos dos mercados, principalmente de carnes e derivados de leite;

 

- Que seja substituído o leite UHT pelo leite pasteurizado na merenda escolar;

 

- Criar projetos com incentivo financeiro, através de parcerias, programas para educação de técnicos agrícolas para otimizar os cuidados com o meio ambiente, assim como o cuidado com as análises de águas num parâmetro geral. Ofertar estruturas com parcerias entre prefeitura, com produção de produtos biológicos;

 

- Ajustar o transporte dos alimentos, de acordo com a cadeia produtiva. Quanto à obesidade, é necessário a conscientização para diminuir a compra de produtos industrializados, por meio das orientações das reuniões de pais. Incentivar a criação de hortas escolares que serão conduzidas pelos próprios alunos com acompanhamento de parceiros;

 

- Criar políticas públicas que, através de leis e normas, torna-se obrigatória a implantação de programas nos centros de distribuição de hortifruti, visando: controle e redução de perdas e desperdícios, distribuição e reaproveitamento de sobras, estabelecendo mecanismos e instrumentos oficiais de avaliação periódica dos resultados.

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