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Grupo de trabalho discute a implantação do Mãe Paranaense em Assis

Sexta-feira, 13 de setembro de 2013

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Assis Chateaubriand - O Município de Assis Chateaubriand estará implantando a “Rede Mãe Paranaense” que propõe a organização da atenção materno-infantil nas ações do pré-natal e puerpério e o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das crianças, em especial no seu primeiro ano de vida.

Recentemente, um grupo de trabalho formado entre a Associação Hospitalar Beneficente Moacir Micheletto e Secretaria Municipal de Saúde, se reuniram com o objetivo de discutir os problemas enfrentados pelas gestantes do município, que fazem o pré-natal pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A proposta é fazer com que a Associação atue como retaguarda no programa. Atualmente, as gestantes são atendidas pelo SUS durante os nove meses do pré-natal, mais na hora do parto procuram o hospital de plantão, sem a garantia que o procedimento será realizado pelo mesmo profissional que a acompanhou durante todo o período gestacional.

“O objetivo é que toda gestante saiba, desde o início do pré-natal, em que maternidade terá seu bebê”, frisou o superintendente do hospital Marcos Linartevis.

O hospital que está na fase final de credenciamento junta a 20ª Regional de Saúde e SESA-PR, tem como proposta o modelo de Projeto do Governo de Estado que é o Mãe Paranaense adaptado ao hospital que assumirá a gestante nas últimas semanas de gestação e pré-natal, conhecendo todo o seu histórico, inclusive verificando se a risco ou possíveis complicações. “Tirando essa gestante do plantão médico ela terá o hospital como referência. Criaremos  mecanismos juntamente com o corpo clínico para receber essa gestante para o parto de forma humanizada e não tempestivamente, em um plantão de urgência e emergência sem preparo e sem o devido planejamento como ocorre hoje”, destaca Marcos Linartevis.

O grupo de trabalho está discutindo todas as dificuldades que ocorrem hoje, além do envolvimento do município, hospital beneficente, e outros setores da sociedade estão sendo convidados a participar como o CRAS que também desenvolve um trabalho social com as gestantes carentes do município. O projeto visa ainda atender as gestantes com kit de higiene pessoal tanto para a futura mamãe, bem como para o bebê, enxoval para as que vivem em extremo grau de pobreza além do acompanhamento da criança até ela completar um ano de vida, atendendo com as vacinas e consultas de revisão.

O próximo passo a ser dado, segundo a secretária Municipal de Saúde, Jusseley Dittert,  é a realização de mais um ciclo de debates envolvendo  os profissionais médicos do hospital e do município para que desta forma seja complementado o protocolo de atendimento que servirá como instrumento norteador de todo o processo de atendimento.

Fonte: Da Assessoria

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