Marcel encabeça comitiva do Oeste na 17º Marcha dos prefeitos em Brasília

Terça-feira, 13 de maio de 2014

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AMOP está sendo representado por 30 prefeitos


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Da Assessoria

 

Sob a liderança do prefeito de Assis Chateaubriand e presidente da Amop (Associação dos Municípios do Oeste do Paraná), Marcel Micheletto, mais de 30 prefeitos e prefeitas da região Oeste participam de terça-feira (13) a quinta-feira (15) da 17ª Marcha de Prefeitos a Brasília, uma iniciativa da CNM (Confederação Nacional dos Municípios). 

Nesta segunda-feira (12/5), Marcel foi o único presidente de entidade regional convidado a participar de uma reunião preparatória, no Centro Internacional de Convenções, que contou com a presença do presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, e presidentes de 27 entidades estaduais. Ele esteve ao lado do presidente da AMP (Associação dos Municípios do Paraná), o prefeito de Nova Olímpia, Luiz Sorvos, e o tesoureiro da CNM, Juarez Henrichs, na discussão dos temas que serão debatidos durante o evento. 

A expectativa é que estejam em Brasília mais de quatro mil prefeitos de todo o Brasil. "Essa deverá ser a maior Marcha da história", aposta Marcel. Segundo ele, existe a expectativa, porém tímida, de que a presidente Dilma Rousseff participe do primeiro dia de atividades. Na quarta-feira, são esperadas as presenças de demais presidenciáveis, como Aécio Neves e Eduardo Campos, entre outros. 

A principal reivindicação é quanto à necessidade de reajuste da mais importante fonte de arrecadação das prefeituras, o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), bem como o ISS (Imposto Sobre Serviços), além de uma distribuição mais ampla de recursos advindos de movimentações bancárias feitas por cartão de crédito. Hoje, a maior parte desse tipo de tributo é recolhida a um só município, Barueri, em São Paulo. 

Oficializar a proposta de um novo Pacto Federativo é outra ambição do evento, além da retomada de discussões sobre a divisão dos royalties de petróleo. "Os prefeitos enfrentam várias dificuldades. Estamos tirando leite de pedra e sendo muito onerados, enfrentando distorções gravíssimas que comprometem a capacidade de investimento em uma cidade. Hoje, tocar um município está cada vez mais difícil, pois recaem aos prefeitos obrigações que não são suas, como transporte escolar, saúde e segurança", diz Marcel. 

 

 

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