Quarta-feira, 11 de agosto de 2021
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55 anos de Assis Chateaubriand
Vamos relembrar a história dos distritos, patrimônios e comunidades do interior
No próximo dia 20 de agosto, o município de Assis Chateaubriand completa 55 anos de emancipação político-administrativa, vamos relembrar a história dos distritos, patrimônios e comunidades do interior.
As informações foram publicadas no “O Regional em Revista”, na edição Especial quando o município completou 50 anos.
Distrito de Bragantina
O Distrito de Bragantina foi criado em 31 de janeiro de 1967, através da Lei 5.489. Bragantina está situada às margens da rodovia PR 317 que liga Toledo a Assis Chateaubriand. A distância de Toledo a Bragantina é de 15 km. E de 25 km de Bragantina a Assis Chateaubriand. Sua população na década de 60 era de aproximadamente 13.500 habitantes, atualmente é de 2.500 e sua economia baseia-se basicamente nas atividades agropecuárias.
A comunidade de Bragantina surgiu por volta de 1958, com a vinda de famílias sulinas em busca de melhores condições de vida. Historicamente, a característica marcante do nosso distrito ocorreu do encontro de duas correntes de migrantes que delimitaram o grande divisor de águas da colonização do estado do Paraná. A primeira corrente, composta por nordestinos, mineiros, capixabas e paulistas, instalou-se na região, onde hoje se formou o distrito. Outra corrente de migrantes que chegaram em seguida, vinda do sul do país, foi composta por gaúchos e catarinenses. Ao invés de café, os sulistas começaram a plantar as chamadas “lavouras brancas” ( milho, arroz e feijão) e criar porcos, frangos e gado leiteiro.
A comunidade foi fundada no ano de 1961 por pessoas que adquiriram terras da Colonizadora Norte do Paraná. O nome de Bragantina foi uma homenagem ao governador do Paraná Ney Braga. O distrito pertencia ao município de Toledo, porém com a emancipação de Assis Chateaubriand em 1966, Bragantina passou a pertencer a Assis Chateaubriand.
Houve época em que bragantina possuía uma considerável estrutura como: hospitais, hotéis, posto de abastecimento de combustível, loja de roupas, loja de calçados, açougue, farmácias, um cinema e vários armazéns de secos e molhados, além de fábrica de calçados, fabrica de sorvete, frota de 23 táxis e frota de caminhões de aluguel, entre outros.
A partir da década de 70, com a substituição da cultura do café pela soja, a mão-de-obra, antes farta, começou a escassear-se, pois passou a utilizar as máquinas agrícolas no preparo da terra, plantio e colheita dos cereais. Por outro lado, os pequenos proprietários pressionados pelos grandes, venderam suas propriedades indo para as cidades ou para o centro e norte do Brasil, principalmente Rondônia e Mato Grosso. Atualmente, os pequenos proprietários que permaneceram na comunidade diversificaram as culturas, investindo na suinocultura e avicultura e piscicultura.
Fonte- Ademir Brito dos Santos / Jornal O Regional
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